Marli Virgili

Tudo é energia e vibração

Nesse meu primeiro texto falarei um pouquinho sobre alimentação. Acredito que comer não é só uma questão de matar a fome. A decisão sobre qual comida colocar no prato nos leva a questionamentos como pensar em nossa saúde, nutrir nosso corpo, nossa mente e emoções com energias salutares.

Nos animais estão presentes energias vitais e emocionais, que circulam em sua aura, como combustíveis das suas emoções e sentimentos iniciantes, e das trocas magnéticas no nível etérico, que sustentam a vida orgânica. “Todos os seres vivos, dos mais rudimentares aos mais complexos, se revestem de um “halo energético” que lhes corresponde à natureza. Nos animais dóceis como os domésticos, esse conteúdo energético é fundamentalmente da frequência dos instintos.”

O desencarne do animal, abatido para ingestão pelo homem, evidentemente não desintegra essas forças circulantes no halo energético ou aura dele; nem o cozimento consegue alcançá-las, já que não são energias densas, e sim, fluídicas.

Consequência evidente é que o ser humano, ao ingerir a carne animal, absorve inevitavelmente quotas dessa energia fluídica agregada aos tecidos, que iriam se desintegrar no meio ambiente, no processo de decomposição do corpo, em caso de morte natural.

Quando o homem se interpõe, transfere “para dentro de si” o processo que teria lugar na natureza: transforma o próprio estômago na cova aonde vai se decompor o corpo físico do animal, e por consequência absorve as energias fluídicas que se desprendem. Energias instintivas. Muito boas para o animal, mas contraproducentes para o homem, que não só já passou dessa lição, como está, justamente, tentando liberta-se do nível instintivo de comportamento – sua herança animal.

Consequência? O comedor da carne recebe, com ela, um impulso ou aceleração “para baixo”, em seu campo emocional, no sentido da frequência instintiva, que vai reativar os automatismos do nosso passado animal. Todo o “lixo emocional” arquivado no inconsciente ancestral que o homem está procurando reciclar é reativado: agressão, raiva, egoísmo, impaciência, ciúme, crueldade, intolerância, sexo instintivo… Tudo na contramão da reforma íntima.

Não é mera coincidência o fato de que os últimos 40 anos, que viram o consumo de carne centuplicar no planeta, tenham visto também emoções cada vez mais animalizadas se alastrarem nos padrões sociais. É muito difícil resistir a essa sintonia instintiva que pressiona o emocional humano, renovando-se diariamente.

Ingerir os fluidos do animal faz a criatura parceira das emoções do boi, do porco, do frango, quer ela se dê conta quer não. Vibrações são invisíveis: Costumam se denunciar pelos efeitos. Olhe ao seu redor e veja a consequência.

Então, vamos refletir um pouquinho? Poderei escrever aqui também, sobre temas que vocês tenham dúvidas ou curiosidades. O que acham? Espero que sintam o mesmo prazer que sinto em tê-los aqui comigo!

Marli Virgili

Fonte: Livro Evolução em Dois Mundos – André Luis

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *